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A burrice é confortável. E eu sou inquieta e me desgosto.

junho 22, 2013

As burrices, como pústulas, arremessam seu pus no meu rosto. Burrices eternas, travestidas de bom senso e de acusações. Burrices pegajosas, como sanguessugas roubando meu vigor. Tenham dó; eu só quis sugerir remédios. Não fiz mais que uma bula alertando para as contraindicações. Não quis mais do que dizer que o remédio certo, certa hora, já não é mais necessário. É temporário. Nas coisas das ideias, da cabeça, dos preconceitos, a cura pode ser manual e intransferível. Ela dói, mas é possível.

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